13 novembro 2018

13 novembro 2018

Os impactos da cultura maker na sua rotina

Você já deve ter escutado falar sobre a cultura maker. Recém-popularizado, o movimento - que possui dois primos bem próximos como o DIY (do it yourself ou faça vocês mesmo) e o famoso "a gente se vira como pode" - em tradução livre, significa “alguém que faz” e é norteado pela filosofia de que qualquer um é capaz de consertar, modificar e construir suas próprias coisas.

Parece familiar? E pode acreditar... é! Confira as importantes habilidades que são desenvolvidas no cotidiano de quem age de acordo com essa prática que já faz tão parte das nossas vidas sem que a gente perceba.


1. Compartilhar conhecimento
O compartilhamento é um dos principais pilares da cultura maker. Dividir conhecimento, informações, tecnologias e novidades é estar sempre conectado com as tendências e a troca de experiências fornece os mais variados insights. Ao redor do mundo, makers de todos os setores se reúnem, marcando encontros e workshops para divulgar o movimento, novas descobertas e ferramentas.


2. Proatividade
Agir antecipadamente, resolver situações e prever possíveis problemas são características muito presentes na cultura maker. Nem sempre, por exemplo, a pessoa tem todo o conhecimento que precisa no momento ou todas as ferramentas e, por isso, é preciso saber se virar. Trabalhar com o que se tem e descobrir formas diferentes e “fora da caixa” para realizar as atividades é algo que faz muita diferença em qualquer rotina.


3. Aprender fazendo

Desistir não existe no vocabulário dos makers! Quando se tem um projeto, vale frequentar bibliotecas, fuçar a internet inteira, conversar com outras pessoas, testar várias vezes e, claro, não parar de tentar. Assim, você aprende fazendo e, quando isso acontece, nunca mais se esquece das lições!


4. Curiosidade

Ter a vontade de conhecer o novo e estar constantemente ávido por novas descobertas é uma característica maravilhosa para se levar durante a vida. Aprendendo mais sobre o processo, você descobre o que funciona ou o que não funciona para determinadas tarefas e, assim, desenvolver novas soluções para os desafios.


5. Relacionamento com pessoas

Trabalhar em equipe pode ser bem revigorante quando se está focado em determinada tarefa. As pessoas trazem novos ares e diferentes experiências que podem virar o jogo. Trazer novas talentos para o projeto te coloca na posição de líder, especialmente quando é necessário focar nos rumos que a iniciativa deve seguir. Conviver com ideias divergentes e pessoas com as mais diversas histórias ajuda a desenvolver empatia!


A cultura maker, resumida na frase “vai lá e faz”, diz muito sobre tomar a liderança de vários projetos e ter a coragem e a iniciativa de criar coisas novas, sem esperar situações ideais. A vida é feita de obstáculos, ter essa mentalidade pode ser o diferencial entre dar certo e não dar certo, entre ser bem sucedido ou fracassar. Trabalhe com o que você tem!