31 maio 2017

31 maio 2017

TCC: como manter a calma nessa fase

O último passo para a tão sonhada vida de formado deixa qualquer universitário com os cabelos em pé. Todos sabem que a criação do Trabalho de Conclusão de Curso é uma tarefa trabalhosa, mas não há motivo para temer. Separamos 5 dicas para você não deixar que o nervosismo e a ansiedade atrapalhem sua melhor performance:

1. Informe-se ao máximo

Converse com veteranos, professores e orientadores sobre todas as regrinhas e obrigações exigidas pelo seu curso. Assim, você se prepara desde o começo para atender às exigências e evita surpresas no meio do caminho.

2. Esqueça o perfeccionismo

Querer um trabalho articulado e caprichado é uma boa meta, mas não leve isso ao extremo: com o tempo e material que tem em mãos, concentre-se em fazer o seu melhor, e não em alcançar o ideal dos outros.

3. Organize seus horários


Saber o que deve ser feito, como e quando podem ajudar sua mente a relaxar. Crie desde já uma planilha dividida pelas etapas do processo, fixando dia e horário para cada tarefa. Por mais que esse cronograma mude ao decorrer do trabalho, o planejamento te acalmará.

4. Pense além da nota boa

Você não precisa de um 10 para provar a todos sua inteligência. Esse trabalho representa 4 anos (ou mais) de esforço e dedicação próprios por um objetivo: ser o profissional que você sempre sonhou. Confie no aprendizado!

5. Treine sua apresentação

Passada a euforia de pesquisa, escrita e revisão, o único jeito de perder o medo da banca é treinar suas falas. Reserve tempo para criar uma apresentação simples e objetiva, que transmita o essencial do conteúdo estudado. A partir disso, pense no que será dito e estude!

Independente das dicas, dos planos e das preocupações, aproveite esse momento. Concluir uma graduação deve ser recompensador, acima de qualquer outra prioridade!

Fonte das imagens: Giphy
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15 maio 2017

15 maio 2017

Dicas para memorizar a matéria

Desde cedo, precisamos aprender de tudo o tempo todo. Nessa ânsia, é normal usarmos recursos como “o decoreba”, que nada mais é que um estudo sem aprofundamento, limitado à memória de curto prazo—o que não é aconselhável. Mas como podemos usar nossas lembranças de forma duradoura, para funcionarem a nosso favor?



Essas são 5 dicas para confiar em sua cabeça quando você precisar:


1. Organize sua mente


Imagine que seu cérebro é um armário gigante cheinho de arquivos. O único jeito de encontrar a informação que você precisa é se você saber onde ela está! Por isso, tente construir mapas mentais, esquemas ou resumos para facilitar na hora do estudo.

2. Acredite em sua inteligência


Não existe pensamento mais limitador do que não acreditar em você mesmo. Antes de começar qualquer cronograma de revisões, encoraje-se! Lembre dos seus objetivos e o quanto lutou para chegar onde está agora.

3. Determine períodos de estudo


Foi provado cientificamente que conseguimos recordar com mais facilidade tudo que aprendemos no começo e no final de sessões de 1h de estudo. Para aproveitar ao máximo os picos de atenção de sua cabeça, feche os livros e finalize o dia com um resumo do conteúdo. Depois, siga o próximo passo!

4. Faça algumas pausas


A partir do momento que você delimita o tempo de aprendizado, é preciso determinar quando irá descansar. É aconselhável que seja depois de 40 ou 60 minutos de estudo concentrados. Pause por 15 minutos e faça qualquer coisa, menos pensar sobre a matéria: veja um vídeo, ouça uma música, faça um lanche!

5. Revise sempre


A melhor dica de memorização é essa: se quer que uma informação fique em sua mente, revise, treine e aplique o que você sabe! Quanto mais próximo você estiver do conteúdo, mais fácil será usá-lo em outro momento. É importante não deixar sua cabeça se esquecer. :)

Mesmo que o começo seja difícil, não fique triste: como qualquer outro músculo, sua mente só precisa de treino.

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09 maio 2017

09 maio 2017

Tecnólogo: conheça essa formação!

É no Ensino Médio que as dúvidas começam a surgir: qual área seguir, qual profissão escolher, o tipo de curso a se fazer. Muitos optam pelo curso de tecnólogo, mas o que diferencia essa opção de tantas outras?

Ao contrário do que se pensa, um curso de tecnólogo é uma graduação de ensino superior, diferentemente de um técnico profissionalizante, que não fornece esse tipo de diploma. Confuso? Vamos explicar!

O que é?
O tecnólogo é o profissional formado em uma graduação superior de tecnologia, uma modalidade de curso reconhecida pelo Ministério da Educação e se encaixa no mesmo nível de um diploma de licenciatura ou bacharelado, mas com duração de 2 a 3 anos.
Por ser mais curta, a formação costuma ser focada na formação profissional, dando maior ênfase à prática do que a teoria. Essa abordagem tem a intenção de ajudar o aluno a iniciar a sua jornada no mercado de trabalho com mais facilidade.

Para quem é indicado?
Recém-formados no Ensino Médio, profissionais do mercado sem diploma do Ensino Superior ou quem deseja uma especialização: todos estão qualificados na modalidade! Os cursos podem ser presenciais ou a distância, o que facilita quem quiser conciliar o trabalho com os estudos.

E depois?O tecnólogo formado pode continuar seus estudos com especializações, mestrados, doutorados, MBAs e cursos livres.

Quais cursos existem?
Embora tenha começado com cursos mais voltadas à tecnologia, como Computação, Informática e Design, outras áreas encontraram uma nova alternativa de formação na modalidade. Hoje em dia, são nos tecnólogos que você encontra cursos como Sistemas para Internet, Produção Multimídia, Polímeros, Mecatrônica, Gastronomia, Gestão de Qualidade e Cosmética, por exemplo.

Curtiu? Dê uma olhada nos cursos que temos disponíveis aqui. Você não irá se arrepender!
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05 maio 2017

05 maio 2017

Você sabe estudar? Descubra!

Entre tantas dicas e métodos de aprendizado diferentes, será que existe um jeito de estudar corretamente? E, mais que isso, como sei que encontrei o ritmo certo de absorção da matéria?



A resposta é simples: não existe uma única maneira. Tem quem precise escrever, aqueles que gravam áudios, os que desenham e outros que ensinam aos amigos. Se ainda não sabe o que funciona para você, veja essas dicas básicas para descobrir:

1. Tome seu tempo

Tem quem defenda cronogramas mais extensos e outros que acreditam no mínimo de estudo diário. Na hora de criar sua rotina, entenda quanto tempo você precisa para absorver um conteúdo. Algumas matérias podem pedir horas extra, enquanto outras levarão minutos. Saiba quando e como dosar isso!

2. Aprenda a se concentrar

O que diferencia um aprendizado ativo (com envolvimento) e um aprendizado passivo (sem envolvimento) é a capacidade de compreensão do assunto. Quanto mais superficiais seus estudos forem, mais rapidamente a matéria vai desaparecer de sua mente. Relaxe, hidrate-se, crie uma atmosfera para o momento e mantenha o foco!

3. Exercite a mente

Depois de estudar, é importante que coloque em prática tudo que aprendeu, resolvendo exercícios ou refazendo provas antigas. Você consegue encontrar questões de outras disciplinas espalhadas pela internet, além de poder pedir ajuda a algum veterano.

4. Revise constantemente

Mesmo depois de entrar em um novo tópico de estudo, não deixe para trás o que foi aprendido: sempre que possível, retome alguns exercícios. A revisão não serve apenas para a semana das provas: ela serve para manter sua mente ativa com o conteúdo!

5. Esteja alerta

Fique de olho no seu desempenho em testes. O conteúdo que caiu na prova é o mesmo que você estudou? Como foi o feedback dos professores quanto ao trabalho? Caso uma parte esteja desequilibrada, é hora de reavaliar o processo e perceber o que pode ser melhorado.

O saber não tem fórmula mágica. Só você vai conhecer quais alternativas são mais eficientes, seja para entrar na faculdade, passar de semestre ou conquistar a vaga em um processo seletivo. Por isso, experimente! :D

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02 maio 2017

02 maio 2017

Currículo: saiba o que não pode faltar

O currículo (CV, para os íntimos) é sua porta de entrada para o mercado profissional. Entre milhares de candidatos para uma mesma vaga, o que pode garantir a atenção dos recrutadores?

Separamos tudo que você não pode esquecer de incluir em ordem de importância. Dessa forma, fica mais fácil encontrar suas informações:

1. Visual limpo
Um CV visualmente bonito é importante: prestar atenção nesse detalhe passa a mensagem de que você é cuidadoso nas suas apresentações. Invista em uma estética limpa, em que o texto não pese o arquivo.

2. Informações básicas
O pouco ganha nessa categoria. Tudo que seu entrevistador precisa é saber seu nome completo, formas de contato (e-mail e telefone pessoal) e onde mora. Apresentar sua idade não é essencial e fotos devem ser evitadas, a não ser que peçam para incluir.

3. Objetivo
Poucos falam do quão importante é deixar seu objetivo profissional claro no currículo. Por isso, seja certeiro: você procura construir sua carreira em qual área? Mencione uma. Se tiver mais opções, construa mais modelos do documento com objetivos diferentes e envie para as vagas específicas que te interessam. :)

4. Experiências profissionais e habilidades extra
Coloque onde já trabalhou, por quanto tempo e qual era sua função. Você não precisa mencionar todas as suas experiências. É só separar por relevância no mercado e o quão recente ela foi. Se você ainda não tem o que mencionar, fique tranquilo! Habilidades em softwares, por exemplo, como pacotes Office e Adobe, são bons diferenciais.

5. Formação acadêmica
Diga onde você estuda ou estudou, o nome do curso, data de início e de término, sempre dando destaque para suas especialidades, como uma pós-graduação ou uma formação específica da sua área de interesse. Cursos extra ou técnicos podem ser mencionados, mas apenas se forem relacionados com a sua área!

6. Línguas e voluntariados
Mencione quais idiomas você fala e seu nível de fluência neles com sinceridade (você pode até ilustrar com estrelas ou barrinhas). Trabalhos com ONGs e instituições contam muito, tanto quanto sua vivência no mercado. Não se esqueça de dizer onde, quando e quais foram os projetos.

Para finalizar: é aconselhável que seu CV tenha até 2 páginas, em letra visível e com uma escrita objetiva. Não se esqueça de manter seu perfil atualizado em portais de empregabilidade, como o Canal Conecta, que também te ajudam a encontrar empresas e a formatar o seu cartão de visita para o mercado. ;)
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